“PAPERS, PLEASE”: CHECKPOINT E O PARADOXO DA LIBERDADE NA NARRATIVA DE VIDEO GAME

Lucas Vian e Silva

Resumo


Este artigo irá abordar a narrativa do jogo de vídeo game independente “Papers, Please”. Nele, o jogador estará na pele de um guarda de fronteira em uma distopia à la Guerra Fria na década de 80. O objetivo do jogo é verificar os documentos, se todos estão em dia e se são verdadeiros, e aprovar, ou desaprovar, um passaporte. A narrativa se desenvolve a partir da interação entre o inspetor da fronteira e as pessoas que passam pela cabine de imigração. Diversos elementos da narrativa, como utilizar de pequenas ações e do relacionamento interpessoal para o desenvolvimento de uma história, remetem a filmes como “12 Homens e Uma Sentença”. O paradoxo que será abordado será o fato de o jogo se passar dentro de uma cabine, e o jogador possui plena liberdade para a construção do personagem e da narrativa de sua história, que pode ser concluída de vinte maneiras diferentes.


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