PSICOSE DE HITCHCOCK E SEUS ASPECTOS OPERATIVOS MODELARES

Ricardo Di Carlo Ferreira, Marcelo Augusto Toigo

Resumo


Algumas obras cinematográficas mediante o seu indubitável sucesso passam ostensivamente por novos prismas de análise via esforços revisionistas. Esse processo de retroalimentação discursiva/teórica – a retransmissibilidade dos escritos sobre as artes -, se dá ante a sapiência de que as camadas de entedimento sobre os tópicos de uma pesquisa são inesgotáveis. Nessa tessitura, notavelmente, uma das obras mais celebradas na história é o filme Psicose (Psycho, 1960) de Alfred Hitchcock. Destarte, este estudo tenciona prover uma análise crítica acerca das estratégias desdobradas pelo cineasta, o afamado mestre do suspense, durante os processos de realização e divulgação do filme. Todas elas, meticulosamente idealizadas pelo próprio realizador foram fundamentais para que a obra se tornasse um sucesso de bilheteria, inscrevendo-se como um dos ícones do cinema mundial, galgando múltiplas janelas de exibição. Logo, por meio da metodologia de revisão bibliográfica, buscou-se identificar as principais ações estratégicas de Hitchcock, atendo-se aos aspectos de sua realização que estatuiram o seu caráter modelar operativo: ações de inovação e marketing.


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