CINEMA DIGITALMENTE EXPANDIDO: INSTALAÇÃO, PERFORMANCE, INTERATIVIDADE

Luiz Antonio Salgado

Resumo


Neste texto, apresento uma reflexão sobre cinema digitalmente expandido, concordando com Jeffrey Shaw e Peter Weibel, mas acrescentando outro viés para dialogar. As máquinas semióticas (Arlindo Machado) se alastraram para além das suas especificidades de origem incorporando e sendo incorporadas em diversas possibilidades. Portanto, verificando os acontecimentos socioculturais e artísticos pós segunda guerra, organizo linhas em contraponto (as turbulências sociais, os avanços tecnológicos, e na arte o grupo Fluxus: vídeo arte, happenings e instalações, entre outros) que culminam em um audiovisual contemporâneo performático, interativo e instalado. Referencio também Lucia Santaella e Lev Manovich.


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