MARGUERITE DURAS: UMA ESCRITURA DE IMAGENS PARA O FEMININO

Daniela Lima de Almeida, Ivone Maia de Mello

Resumo


Desde Sigmund Freud, a sublimação cumpre um papel importante na economia pulsional dos sujeitos, por se caracterizar como uma via de elaboração da angústia. Quanto ao feminino, sabemos que, a partir da psicanálise de orientação lacaniana, constitui-se como não todo submetido à lógica fálica, onde cada sujeito que assume essa posição subjetiva inventa para si um que fazer do que não cabe no campo das representações. Pretendemos, então, apresentar brevemente as discussões elaboradas numa mostra audiovisual, que compôs parte de um plano de trabalho na Extensão Universitária, tendo como foco a obra de Marguerite Duras, autora francesa do século XX, que demonstrou em seu trabalho um rico tratamento desta temática tão estudada até hoje dentro da psicanálise. Abordaremos, para tanto, os filmes O Amante (1992), Hiroshima meu amor (1959), Destruir, disse ela (1968), Nathalie Granger (1972) e A Mulher do Ganges (1974).


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